domingo, 25 de dezembro de 2011

Dispenso a falsa empatia

Desprezo o vulgar. Não aquele da pele exposta, mas o da fantasia que se descola e deixa a verdade amostra. Esse do meio sorriso que se entrega aos outros desonesto. Odeio a vulgar facilidade de agradar, o falso apreço. Não gosto da ingênua manipulação como se pudesse controlar o mundo e explodir inocentes na palma das mãos.

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